sábado, 6 de junho de 2009

Sou


Sou a menina dos olhos de mel;
dos cabelos compridos;
do sorriso sincero;
dos sonhos impossíveis;
da esperança interminável;
da insegurança constante;
dos amigos perfeitos;
do coração enorme;
que se apaixona fácil;
se esquece dos erros;
se envergonha de tudo;
se sente sozinha;
e que nunca desiste.
A menina que precisa ser protegida;
que chora por tudo;
que morre de medo;
que ama a vida;
que se arrepende das falhas;
que aproveita cada segundo;
que é romântica;
que fica feliz com um abraço;
que sonha demais;
que pensa demais;
que escolhe demais;
que complica demais e que deseja apenas ser FELIZ

FOTO: A Dani nem gosta de ursinho... ó que grandão que a mãezinha me deu!!! E o Sapinho que o Hud deu, já com nome: Godofredo! rsrsrssrs Adoro fazer aniversário! rsrs

domingo, 31 de maio de 2009

SONHOS


"Tem motivo pra viver denovo, tem um novo que quer ter motivo....
descobrir o verdadeiro sentido das coisas... é querer saber demais..."


Em certos momentos é preciso parar, é preciso fazer algo que gostamos para que tudo pareça perfeito pelo menos por alguns instantes.
Sonhando o mundo parece mais bonito, amando ele parece.. mais bobo. Sonhando a vida é longa, os momentos são intermináveis mas quando acordamos... foram segundos. Então por que não vivermos como se estivéssemos sonhando? Será a realidade tão extensa a ponto de transformas até mesmo: sonhos?

Já tive muitos sonhos, sonhos reais, surreais, concretizados e outros ainda... sonhos.
Sonhei bicho, gente, flor, calor, pássaros e paisagens, sonhos...
Sonhei planos, pesquisas, momentos e lembranças...
Sonhei sonhando intensamente um sonho sonhado. Sonhando somando momentos de um sonho encantado.
Realizei realizando o real imaginário.


( Certo... eu odeio amando gerundismo! rsrs)
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Foto: Kit presente da Trupe Doom para Dani de aniversário srsrsrrsrs

Minutos de sabedoria Dani Maia:

"Preserve seus amigos na casinha mais segura de seu coração, mesmo que distantes eles estejam, pois, eles continuam preservando você dentro de seus corações, e, quando menos esperar estão eles ai junto a você"


Momento Dani Maia de hoje: CONFUSÃO

Super confusão... seria:

Dani Maia (utilizado)
Dani Alves (aterior)
Dani Veiga (sugerido)
Dani Dias (muito D e D rs)
Dani Guide (adotado)
... rsrsrs

sábado, 30 de maio de 2009

Mistureba de pensamentos...


As coisas são assim... vão e voltam, saem e se reconstroem...
as pessoas também, vão e voltam ou vão e que nunca mais voltem! kkkkkkkkk

Minutos de sabedoria Dani Maia:

"Nunca esqueça de... esqueci!"


Foto: Estrelinha pensativa rsrsrsrs

"A cena repete, a cena se inverte!"

quarta-feira, 27 de maio de 2009

Só enquanto eu respirar!!!!!!!


O Anjo Mais Velho
O Teatro Mágico

Composição: Fernando Anitelli

"O dia mente a cor da noite
E o diamante a cor dos olhos
Os olhos mentem dia e noite a dor da gente"

Enquanto houver você do outro lado
Aqui do outro eu consigo me orientar
A cena repete a cena se inverte
Enchendo a minh'alma d'aquilo que outrora eu deixei de acreditar

Tua palavra, tua história
Tua verdade fazendo escola
E tua ausência fazendo silêncio em todo lugar

Metade de mim
Agora é assim
De um lado a poesia, o verbo, a saudade
Do outro a luta, a força e a coragem pra chegar no fim
E o fim é belo incerto... depende de como você vê
O novo, o credo, a fé que você deposita em você e só

Só enquanto eu respirar
Vou me lembrar de você
Só enquanto eu respirar


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Tem pessoas que se tornam especiais por grandes gestos, palavras, momentos, sorrisos, amizade, sonhos, cumplicidade, respeito, carinho, colinho... se tornam anjos, ou O NOSSO ANJO.

segunda-feira, 25 de maio de 2009


"Eu gosto do impossível, tenho medo do provável, dou risada do ridículo e choro porque tenho vontade, mas nem sempre tenho motivo. Tenho um sorriso confiante que as vezes não demonstra o tanto de insegurança por trás dele. Sou inconstante e talvez imprevisível. Não gosto de rotina. Eu amo de verdade aqueles pra quem eu digo isso, e me irrito de forma inexplicável quando não botam fé nas minhas palavras. Nem sempre coloco em prática aquilo que eu julgo certo. São poucas as pessoas pra quem eu me explico."
Bob Marley


Ops... sessão de fotos para o site... sabe que eu não lembro o nome?! rsrs

sexta-feira, 22 de maio de 2009

Trupe Doom de cara nova!!


Ou seria com caras novas?! Nova formação da Trupe...
Artistas: Lucas Resende (Narina), Ramyrian Marinho (Mimi), Luana Rodrigues (Gelatina), Jader Marinho (Pipoca), Dani Maia (Estrelinha), Luiz Alluado (Alluado), Maiara Facure (Mama) e Pablo Mack (Chinchinelo).

terça-feira, 19 de maio de 2009

A força dos olhos


A discriminação e a luta de um povo para conquistar o seu espaço em uma terra desconhecida


O que seria pensar em japoneses? Ao primeiro passo lembramos logo de uma de suas características marcantes: os olhos. Formas precisas e sem muita diferença em cores. São ‘olhos’ e ‘olhares’. Por trás daqueles jeitos meigos e recatados, os olhos de cada um dizem muito, contam histórias. Se bem reparados, escrevem a melodia diária de um povo, se fitados com apresso podem nos levar a uma viagem fascinante que trazem sua narrativa não apenas o país de origem, mas o país pelo qual foram adotados.

Olhos que dizem mais do que palavras, que apesar de tão pequenos e frágeis guardam no fundo de suas pupilas quase irreparáveis a memória de um povo, a história de uma vida, de uma vida escrita com milhares.

Por estes e outros olhares que mostraremos essas vidas, essas tão significantes histórias desta etnia que cresce a cada momento enriquecendo a cultura brasileira e aprimorando a japonesa, fazendo um elo de Brasil e Japão, cores e raças, formando pessoas.

Mas quem vê hoje essa cultura sendo adotada e por muitos admirada pode não saber que estas mesmas pessoas de olhos puxados em tempos atrás passaram por momentos de tensão, humilhação, discriminação, apenas por quê? Pelos olhos, pelos mesmos olhos que um dia visavam no Brasil uma oportunidade de crescimento.

“Pode não parecer muito tempo, mas é... foram tempos difíceis quando meus avós vieram para Uberaba, eles contavam que a dificuldade no começo já era muita pela dificuldade com a comunicação, pois eles vinham do Japão e não sabiam falar português, então no começo eles passavam fome, e o que comiam passavam mal com náuseas e vômitos pelo choque da comida bem temperada daqui do Brasil e da alimentação mais leve com que eram acostumados, As pessoas não davam emprego para eles por causa da baixa estatura e dos olhos puxados demais, os empresários, eles falavam que com olhos daquele tamanho não poderiam enxergar as coisas direito, então não contratavam os japoneses” Diz Tayko Mishuako empresário em Uberaba e sonsei neto de japoneses.

Durante este período em que as pessoas ainda tinham uma rejeição pelos imigrantes japoneses também haviam pessoas de bom coração que “resgatavam” essas pessoas para ajudar em sua adaptação no país desconhecido e de língua estranha, é assim que relata Maria Helena Tonsey, que é yonsei descendente bisneta de japoneses e lembra com apresso do carinho com o que o avô recebia os imigrantes.

“Eu era pequenininha e meu avô me levava na Mogiana pra buscar os japoneses, eu achava engraçado eles falando, e meu avô me mandava parar de rir deles, meu avô falava japonês por que os pais dele ensinou pra ele. Quando o pessoal saía do trem, eles saiam com um ar de perdidos, ai meu avô ia lá e falava com eles, parecia eu tinha encontrado velhos amigos, mas eles nem se conheciam, então meu avô levava eles pra casa, até por que não vinham muito de uma vez só eram numa faixa de 7 a 10 pessoas por vez. Ai ele levava o pessoal pra casa, e lá ele ensinava o básico pra eles, ensinava como agradecer em português, ensinava como pedir comida, e eu adorava me sentia professora deles! E ia também tentando adaptar a comida pra eles aos poucos, eles ficavam em média uns 15 dias lá em casa, depois saíam em busca de emprego nas fazendas, e como eles se esforçavam e se mostravam muito esforçados para os fazendeiros eles sempre contratavam ou indicavam alguma fazenda em municípios visinhos pra eles irem trabalhar, e assim foi, até meu avô montar uma associação onde aqueles que já estavam adaptados ao Brasil ajudavam também os que estavam chegando quando podiam”.

Estes olhos hoje são mais comuns de serem encontrados, porém sempre reparados. Não são mais tão discriminados, mesmo pequenos, difíceis mesmo de se enxergar eles conquistaram o seu espaço, espalharam sua cultura e distribuíram sua força.


Danielle Maia